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Após adiamento, 11 lançam candidatura por vaga no Senado; 5 em chapa pura

Postado em 18/09/2020 por

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Após o adiamento da eleição suplementar ao Senado (que deveria ocorrer em 26 de abril), 11 candidatos irão disputar a vaga deixada pela senadora cassada Selma Arruda (Podemos) no pleito que ocorre em 15 de novembro, junto com as eleições municipais. A lista inclui servidor federal, advogado, produtor rural, ex-procurador da Justiça, militares e uma única mulher.

Os candidatos confirmados em convenções até ontem (16) tem até 26 de setembro para solicitarem seus registros de candidatura à Justiça Eleitoral. Já no dia seguinte, 27, poderão fazer propaganda política, inclusive na internet.

A maioria dos candidatos (9 deles) também tiveram seus nomes lançados em março, durante convenções que acabaram suspensas em decorrência da pandemia da Covid-19. Entre eles está Carlos Fávaro (PSD), que ocupa temporariamente a vaga de Selma no Senado. Com o apoio do PP, PTB, PV e MDB, terá a empresária Margareth Buzetti (PP) como primeira-suplente, e José Lacerda (MDB) como segundo.

O ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB) vai disputar a vaga com Júlio Campos (DEM) na primeira suplência e Zé Márcio Guedes (PL) na segunda respectivamente. O tucano considera que sua chapa contempla o Nortão, a Baixada Cuiabana e a região Sul – numa referência à base de seus suplentes.

Dois partido de esquerda encabeçam chapa para o Senado. O PT vai concorrer com o deputado estadual Valdir Barranco, que terá duas mulheres na suplência, a ex-reitora da UFMT, Maria Lúcia (PCdoB), na primeira, e a ex-vereadora por Cuiabá Enelinda Scala, na segunda.

Já o Psol mantém como em outros pleitos e não fez coligação. Terá o Procurador Mauro junto de Gonça de Mello na primeira suplência e Vanderley Guia, na segunda. O trio é da baixada cuiabana.

O Novo vai de chapa pura com o professor da UFMT de Sinop, Feliciano Azuaga. O presidente da sigla em Cuiabá, Sergio Antunes, está na primeira suplência e o empresário Edegar Belz, na segunda.

Ainda estão indefinidas duas chapas que precisam decidir as suplências. Uma delas é do empresário Euclides Ribeiro (Avante) que está reunido com membros do PSB, do deputado estadual Max Russi, e do PDT, que devem indicar nomes para a chapa. Entre os cotados está ex-prefeito de Dom Aquino Josair Lopes (PSDB).

O ex-governador Pedro Taques (Solidariedade) também entra na eleição e deve seguir com chapa pura, mas ainda não definiu os nomes nas suplências.

Bolsonaristas

Ao menos quatro vão concorrer aproveitando a onda bolsonarista. Com chapa pura, a tenente-coronel Rúbia Fernanda (Patriota) chegou a receber um vídeo de apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e terá como primeiro suplente o ex-deputado estadual, Victório Galli (Patriota), e o tenente Luciano Esteves (Patriota) na segunda.

Já o deputado federal José Medeiros (Podemos), que também vai de chapa pura, tenta colar no presidente, mas não conseguiu uma manifestação de apoio e vai concorrer com o vice-prefeito de Cuiabá Niuan Ribeiro (Podemos) na primeira suplência e a coronel Zósima Dias (Podemos) na segunda.

Mantendo a aliança nacional do DC com o PSL, ex-partido do presidente, o deputado estadual Elizeu Nascimento (DC) tem em sua chapa na primeira suplência o advogado Nayme Moraes (PSL), pais do deputado estadual Ulysses Moraes (PSL), e o tenente coronel Paulo Selva (PSL).

O empresário Reinaldo Moraes (PSC), o Rei do Porco, vai para a disputa com o produtor rural Gilberto Cattani (PRTB) na primeira suplência e Nelis Farias (PSC) na segunda. Ele tentou “roubar” o apoio de Bolsonaro, mas só conquistou a chancela de Selma, que abandonou o companheiro de partido, Medeiros.

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