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Morre Muvuca após tentar matar a ex-namorada e atirar na própria cabeça

Postado em 29/06/2021 por

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Morre jornalista José Marcondes, popularmente conhecido como Muvuca. Ele deu um tiro na própria cabeça após tentar matar a ex-namorada e farmacêutica Nádia Mendes Vilela no início da tarde de ontem (28), em Tangará da Serra (a 240 km de Cuiabá). Muvuca, que teve perda de massa encefálica ainda no local do crime, chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu e morreu por volta das 21h10.

O óbito foi confirmado pela equipe médica. O corpo ainda está no hospital e será encaminhado para o IML. Não há informações sobre a realização do velório e sepultamento. Segundo nota do site Muvuca Popular, do qual o jornalista era proprietário, familiares organizam o translado do corpo para Cuiabá. Contudo, ainda não foi informado o local da cerimônia fúnebre.

A vítima da tentativa de feminicídio passou por três cirurgias e o estado de saúde é considerado estável. Muvuca estava internado em uma UTI do Hospital Municipal de Tangará. A Polícia Civil recolheu as imagens internas da farmácia para concluir o inquérito. 

A reportagem do  apurou, junto com equipe médica do hospital, que Muvuca havia tido uma extensa lesão provocada pelo disparo. O  relacionamento entre Muvuca e Nádia, que é empresária e tem uma farmácia em Tangará, tinha acabado há três meses. Depois disso, o jornalista não aceitava o término do relacionamento. Ele foi até o estabelecimento da ex-namorada e a chamou para conversar.

Após o início da conversa, eles começaram a se desentender e o jornalista efetuou três disparos. Os primeiro foi na cabeça acertando o olho da empresária. Já os outros dois foram no peito, sendo que um atravessou o pulmão. Depois de disparar contra a ex-namorada, Muvuca atirou na própria cabeça.

Não consta, em sistemas da força de segurança, nenhuma medida protetiva de Nádia contra o jornalista. Apesar de funcionários terem lhe orientado a registrar boletim de ocorrência, o que pode indicar que a empresária possa ter sido vítima de alguma violência. Os trabalhadores também disseram que a empresária não acreditava que poderia ser morta em razão do término do relacionamento.

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