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Polícia recupera caminhonete roubada em Nova Mutum

Postado em 19/06/2020 por

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Investigadores da Delegacia de Polícia Civil de Nova Mutum conseguiram recuperar, ontem, em uma região de mata, uma Toyota Hilux que foi roubada de um casal, às margens do rio Arinos (sentido São Jose do Rio Claro), há cerca de duas semanas. Um homem foi preso acusado de ser o receptador do veículo. Aos policiais alegou que comprou a caminhonete por R$ 5 mil. Com ele ainda foram apreendidos combustível, que utilizaria para levar o veículo, placas falsas e uma lixadeira para fazer adulteração. Outros dois suspeitos, que possivelmente praticaram a ação criminosa, conseguiram correr para mata e ainda não foram localizados.
 
O investigador de Polícia Civil Jobrail André explicou que o homem preso “já é conhecido no meio policial, por essa prática de receptação. Na realidade se trata de uma quadrilha organizada. Roubam, outros receptam e vão repassando para frente”. Ele acrescentou que o receptador preso o veículo havia sido escondido.
 
O dono da Hilux e a esposa saíram para pescar e, pouco depois de serem abordados pelos criminosos, um deles tentou abusar sexualmente dela. “Ele queria me abusar, pegou e retirou minha calça”, “mas eu não deixava, aí de repente eu vi a arma do lado, aí eu peguei e segurei a arma dele”. “Aí a gente começou a lutar. Ele estava em cima de mim e eu segurando a arma dele. Na hora que ele conseguiu se levantar, ele puxou a arma e machucou a minha mão. Eu pensei que ele ia me matar. Coloquei minhas mãos para trás e falei vai ser agora. Aí ele puxou, amarrou minha mão e foi embora por causa que alguém assoviou para ele. Aí meu esposo falou, fica com as mãos para trás. Eu já tinha conseguido desamarrar. Eu fiquei quieta até escutar o barulho da caminhonete, aí a gente foi pelo mato até chegar perto da BR. Veio um táxi e ele parou e deu sinal para um caminhão dar carona para a gente. Era uma base de 9h30, 10h da manhã”, disse a vítima.
 
O marido dela contou que “a gente já tinha descido o barco no rio, eles saíram da mata, já com a arma mandando a gente deitar, logo foi para o mato de novo, aí a gente ficou uns 20 minutos. Arrancaram o motor do meu barco, colocaram na caminhonete, pegaram eu e minha esposa, colocaram na caminhonete e levaram de 10 a 12 quilômetros e amarrou a gente na mata. Chegou lá, eles viraram a caminhonete, mandaram entram na mata, eu e minha esposa. Chegou em um limpo eles mandaram eu tirar a camisa, pego e me amarrou, me derrubou no chão, pegou minha esposa, tentou até violentar ela. Foi difícil”. “Na hora do resgate já estava vindo os bandidos para poder levar ela embora, já tinha trocado as placas e nessa ação um dos bandidos está preso e o outro está no mato”. “Hoje, felizmente, a polícia conseguiu resgatar minha caminhonete”, detalhou ele.



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